Arquivo mensal abril 2019

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Como saber se a bateria do seu carro está fraca?

Partindo-se do pressuposto de que, por definição, bateria automotiva nada mais é do que um dos componentes mais essenciais para o funcionamento de um carro, são seus sinais de desgaste que devem se fazer protagonistas assim que algumas irregularidades começam a ser observadas por você, motorista.

Portanto – e no decorrer deste breve artigo -, faremos questão de enumerar quais são os “sintomas” que podem estar por trás destes danos. Ou seja, se você pretende saber quais são eles, aperte os cintos e vamos nessa!

Afinal de contas, quais são as funções inerentes à bateria automotiva?

A bateria veicular possui algumas funções que lhes são inerentes. Neste caso, são duas as que se fazem mais proeminentes: arranque veicular e fornecimento de energia a todos os componentes elétricos do veículo (a exemplo do ar-condicionado, das luzes, dos faróis, do rádio e de outros elementos de similar configuração físico-química).

Não bastasse – e também por conseguir atuar como um isolante térmico -, a bateria automotiva possui a tarefa de proteger todos os acessórios internos das ações mecânicas externas que invariavelmente incidem sobre as suas superfícies.

Certo, mas como é que eu posso saber qual é o momento em que a bateria do meu carro está ficando fraca?

Se por ventura você – neste preciso momento – estiver se questionando exatamente com estas palavras, saiba que não está sozinho. Isto é, muitos motoristas querem saber qual é o melhor momento para promover a troca de suas baterias automotivas e, de maneira ainda mais relevante, cabe lembrar que a maioria deles também sonha em saber quais são os sintomas que podem ligar o sinal de alerta quanto à durabilidade do dispositivo. Nestas ocasiões, portanto, são os seguintes pontos que se fazem destacados:

  • O carro apresenta sérias dificuldades em conseguir engatar a marcaha inicial/de partida;
  • São necessárias muitas voltas e acionamentos da chave em si para que o veículo enfim consiga “pegar”;
  • A chegada do inverno atrelada ao frequente uso de faróis, limpadores de para-brisas e aumento da umidade também pode ocasionar um maior desgaste à bateria automotiva;
  • A sensação de odores intensos e ácidos pode estar associada à má formatação da bateria que, desgastada, pode vir a explodir em casos extremos (e por mais que o veículo em questão esteja em andamento);
  • Por fim, para que o nível d’água da bateria seja completo da maneira mais eficaz possível, se faz primordial que a substância utilizada no processo seja representada pela água destilada.

Anotou as dicas? Pois então agora é só se precaver. Dirija com segurança!

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Como saber se a bateria da sua moto está fraca?

Você acorda, vai ligar sua moto para ir ao trabalho e, quando percebe, ela não “pega” de forma alguma. O inverno é a estação do ano e a umidade está com os níveis elevadíssimos. Você não realiza uma inspeção periódica nos componentes de seu veículo sob duas rodas há bastante tempo.

É, caso tenha se imaginado nesta hipótetica situação, saiba que são estes os pontos que, na prática, melhor podem confirmar o fato de que a bateria de sua moto está fraca, desgastada ou, pior, precisa ser trocada com uma relativa urgência.

As chupetas não possuem mais o efeito desejado

Além dos pontos que foram levantados de maneira primeira e preliminar no decorrer do início deste artigo, outros sintomas também podem apontar para a confirmação de que a bateria de sua moto está prejudicada, danificada ou simplesmente fraca, de fato. Um deles é representado pela condição de que a chamada “chupeta” não possui mais o efeito que lhe é inerente.

Por se tratar de uma conduta que por si só se caracteriza como emergencial, a “chamada chupeta sem eficácia” deve, portanto, se apresentar como séria o bastante para fazer com que o motociclista chegue a substituir, de fato, a bateria de sua moto.

Tempo de uso

Assim como acontece com as baterias automotivas dos carros tradicionais, as baterias de motocicletas também possuem um tempo médio de validade. Este, por sua vez, pode variar de um ano a dois anos e meio – embora, é claro, algumas extrapolem esta condição e durem muito mais ou muito menos do que esta estimativa.

Atrelado ao tempo de uso, também se faz altamente recomendado que, na prática, todo e qualquer motociclista consiga lançar mão de manutenções preventivas na bateria de seu veículo. Com isso, ela tenderá a funcionar por mais tempo e, de quebra, conferir um melhor desempenho ao dispositivo sob duas rodas em si.

Partida arrastada ou “pesada”

Por fim, mas não menos importante por conta disso, não há como destacarmos que a chamada “partida arrastada” também pode se apresentar como um sintoma inerente à bateria fraca de sua motocicleta. Isto é, caso você sinta dificuldades em a acionar por sentir que alguns bloqueios ou obstáculos físicos estão fazendo parte do processo, o sinal de alerta deve ser ligado. Em todo caso, lembre-se do mais importante: uma bateria desgastada dificilmente “volta a funcionar sozinha”. Pense nisso!